OFICIAL: Renault Sandero RS sai de linha no Brasil com versão de despedida
A Renault do Brasil preparou um kit especial chamado “R.S. Finale” destinado para as 100 últimas unidades produzidas do Sandero R.S. 2.0.
Os últimos clientes do modelo receberão itens exclusivos como um pôster no estilo blueprint do esportivo, bem como itens da griffe R.S. – boné, chaveiro, squeeze e carteira.
Além destes itens, o kit trará uma plaqueta de metal numerada, para ser afixada no console central, identificando que aquele R.S. é um dos últimos produzidos, tornando o modelo ainda mais exclusivo.
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O nome Finale já foi adotado pela Renault em uma edição final do Megane R.S. 275.
“O Sandero R.S. 2.0 é um carro emblemático para a Renault do Brasil e possui uma legião de fãs apaixonados pelo modelo.”
“Por isso, preparamos uma despedida especial para encerrar o ciclo de produção do esportivo”, conta Bruno Hohmann, vice-presidente comercial da Renault do Brasil.
Esportivo de verdade
Desenvolvido pela Renault Sport, em conjunto com as equipes de design e engenharia da América Latina, o Sandero R.S. 2.0 é um legítimo esportivo.
Com motor 2.0 aspirado, que entrega 150 cv e 20,9 kgfm com etanol, associado a um câmbio manual de 6 velocidades com relações curtas para maior esportividade, o “hot hatch” atinge a velocidade máxima de 202 km/h e vai de 0 a 100 km/h em apenas 8,0 segundos, chegando a 1.000 m em 29,4 segundos com o veículo parado.
O Renault Sandero R.S. 2.0 se destaca por sua capacidade de proporcionar sensações esportivas desde o primeiro toque no acelerador, além de muito prazer na utilização diária.
O Sandero R.S. 2.0 foi lançado no mercado em 2015 e logo se tornou um esportivo desejado por quem busca um carro divertido e prazeroso de dirigir.
Ao longo de sua trajetória no Brasil, teve mais de 4.600 unidades produzidas bem como teve séries limitadas desejadas, como a Racing Spirit, lançada em 2017.
“A história do Sandero R.S. 2.0 chega ao fim, mas a esportividade e a paixão pelas pistas seguem no DNA da marca Renault em ações, como, por exemplo, o fornecimento dos motores E-Tech para a equipe Alpine F1 Team, também pertencente ao Renault Group”, complementa Hohmann.
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