Nova Chevrolet Montana deixa boas impressões em teste rodoviário

Nova Montana

Depois de alguns encontros com a nova Chevrolet Montana, finalmente chegou o momento de dirigir a picape intermediária.

Fomos até a cidade de Curitiba-PR para fazer um test-drive na picape, com boa parte do percurso em trecho rodoviário.

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A nova Montana chega em 4 versões, sendo duas com transmissão manual – a versão de entrada por R$ 116.890, e a LT que custa R$ 121.990.

A configuração LTZ custa R$ 134.490 e a Premier R$ 140.490, ambas com câmbio automático.

O motor é sempre 1.2 turbo de 133 cv de potência e 21,4 kg de torque.

Nossa avaliação foi com a versão top de linha Premier, que tem os seguintes dados: pode levar até 600 kg na caçamba (Premier), e tem 874 litros de tamanho.

Essa versão traz faróis full LED, rodas de 17″ com design diferenciado, 6 airbags, alerta de ponto cego, de frenagem de emergência, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva, além de uma prancha divisória na caçamba.

Chega para desbancar a Toro?

Bom, pelos números da ficha técnica a Montana é um modelo inferior em relação ao carro da Fiat, tem menos capacidade de carga (Toro – 750 kg) e motor mais fraco (133 cv contra 185 da Toro).

Porém, a nova Montana chega para incomodar a Fiat Strada, por oferecer motor mais potente e um pouco mais de tecnologia, mirando também Oroch e Toro.

É mais uma boa opção de picape para uso urbano. Tem porte reduzido, fácil de estacionar em lugares apertados. Com isso ela se torna um modelo bom também pela praticidade de rodar nas grandes capitais.

Em nosso teste rodoviário ela registrou uma média de 14,5 km/l de gasolina, agradou nas retomadas, mas merecia um modo esportivo para tornar a condução ainda mais ágil.

Outra boa notícia para o picapeiro é que a Montana evita balanços na caçamba, situação típica em outras caminhonetes, especialmente as montadas sob chassi e longarina.

Isso foi possível na Montana graças a uma suspensão de arquitetura mais rígida, o que deixou a caminhonete mais firme na traseira.

Pode melhorar

O ambiente interno poderia ser melhor. Por se tratar do mesmo projeto, é basicamente um Onix com caçamba.

O painel de instrumentos tem tela pequena e simples, nada de resolução totalmente digital como na Toro. Falta também um ajuste de profundidade do volante, pelo menos tem o de regulagem de altura.

Os destaques vão para o ar-condicionado digital, sistema de mídia com projeção sem fio, carregador de telefone por indução, e partida por botão.

Vale?

A Chevrolet Montana passa a ser um carro pra família, tem motor turbo, caçamba espaçosa e disposição pra carregar bagagem.

Não vai superar a Fiat Toro nas vendas mas muita gente vai gostar desse carro, especialmente numa condução rodoviária.

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